Arquivo de fevereiro, 2013

BIBLICAL LESSONS FOR TODAY’S LEADERSHIP

Publicado: fevereiro 28, 2013 em Cotidiano

 Esse artigo pode ser encontrado no IMD uma das melhores escolas de negocio do mundo. Em sites uteis voce encontra o link. Eu ja havia lido, ha muitos anos atras, pelo menos outros dois livros sobre a administração e a Biblia. Um deles se Chama os metodos de administração de Jesus e o outro não me recordo o titulo e o autor, vou procurar em casa e atualizar o Blog.

 

What executives can learn from a holy leader

By Professor Shlomo Ben-Hur – February 2013

It’s not fashionable to turn to religious leaders for managerial inspiration, nor will everyone agree that it is appropriate to assess a historical figure against modern standards of leadership. However, the story of how Moses grew to become a highly-acclaimed leader has powerful lessons for even the most secular-minded business person.

His biography sheds a light on the formative experiences of an ethical leader, while his actions demonstrate how such a leader can act under challenging circumstances. He is also an excellent example of how different and somewhat contradictory leadership styles – in his case, one of a visionary, shepherd, teacher, and servant – can be combined to create a powerful leadership model that is as applicable today as it was in biblical times.

Formative experiences matter
Moses’s journey to leadership was by no means straightforward. He was born into slavery, was rescued from drowning by a Pharaoh’s daughter, and was brought up in luxury as an Egyptian prince. He fled into the desert and lived as a shepherd – a role considered an abomination in Egyptian society – after killing an overseer who was whipping a slave, before eventually being chosen by God to lead a mixed group of people to the Promised Land.

Moses’s upbringing and life before he became a leader illustrate that multiple experiences across cultures, classes, and lifestyles can be a good mechanism for developing empathy, credibility, and trustworthiness – especially when working with a group of people with a wide variety of backgrounds.

It’s also worth noting some of the other reasons why God chose him: as well as killing the overseer, he interceded between two fighting slaves, and helped women to water their flocks when others chased them away. These were the actions of a man who could empathize with others, and was willing to put what was right ahead of what was easy. Transfer this into today’s world, and you can see that considering candidates’ early formative experiences, not just their work history, could help organizations get a better sense of their character.

The accidental leader
One of the most striking characteristics of Moses’s story is his complete reluctance to become a leader. He told God, among other things, that he was not a good enough speaker and that he was not fit to lead. Eventually he accepted the role, but only after being convinced that he would have support from others, including his brother, tribal elders, and God himself. It could be argued that he resisted so long because he realized that a leader is only as effective as his or her support. It is also an excellent reminder that when leadership stems only from ambition, the person in charge is not a true leader but a commander. True leaders do not set out to lead, they follow – a dream, an ideal, a long-term vision for their family, organization, country, or the world. Today’s organizations should take note of this and assess talent for purpose, responsibility, and loyalty, not just ego.

Leaders can combine the role of teacher and servant
Most leaders in Moses’s day used an autocratic or tyrannical leadership model. Moses, however, took an approach that will be recognized by anyone familiar with modern contingency models: he was able to combine four distinct and disparate leadership roles, and balance the inherent tensions between them. He kept his feet on the ground as a shepherd, yet kept his head open to the future as a true visionary; he taught his followers, but also understood that leadership is ultimately about service.

As teacher, Moses managed conflict by exposing it or letting it emerge so that he could use it to facilitate learning. Where there was a clear violation of the moral codex, he acted decisively and with clear consequences, as when spies circulated rumors that the Promised Land was too dangerous – but always used such incidents as teaching opportunities as well.

As servant, he understood that a community is composed of individuals who each need to be supported in different ways. For example, he changed the inheritance laws to protect women who had neither fathers nor husbands; he also realized that his role was to bring his people to the Promised Land, not to enter it himself. At that point he handed his legacy to his successor, Joshua, whom he had groomed as a leader from early on.

Moses has been an inspiration for different faiths for centuries, but he has just as much to offer secular thinkers. His was able to carry within himself the tensions of his inherited background and his adoptive upbringing and, in doing so, effectively transcended them both. He balanced four different leadership styles that are still rarely found in any single leader today. With this unique combination of history and character, he personified the authentic, ethical leader.

Shlomo Ben-Hur is a professor of leadership and corporate learning at IMD business school. He directs the program Organization Learning in Action (OLA) which empowers corporate learning professionals to develop and implement successful learning strategies across their organizations. He teaches on several programs such as Breakthrough Program for Senior Executives (BPSE) andOrchestrating Winning Performance (OWP).   

 
A indústria de transformação do material plástico participa com 1,5% do PIB nacional e quase 3% do total na indústria de transformação. Conta com aproximadamente 11.500 empresas que empregam 320.000 trabalhadores, a maioria de micro e pequeno porte. O Estado de São Paulo concentra 45% das indústrias e 46% dos industriários desse setor. A maioria dos trabalhadores são jovens, do gênero masculino e com ensino médio completo.
Esse ramo industrial pode aprimorar suas situações de trabalho a partir do reconhecimento das inadequações, da adoção de medidas de controle, de regras, de métodos e de procedimentos voltados à garantia do trabalho seguro.
A Divisão de Saúde do SESI-SP apresenta o Manual de Segurança e Saúde no Trabalho dedicado à Indústria de Transformação do Material Plástico, o nono de uma série voltada à motivação e orientação de gestores e trabalhadores para o aprimoramento das situações de trabalho, para a redução dos riscos ocupacionais e de seus efeitos nos trabalhadores .
Informações e Sugestões
Centro de Apoio em SST
Telefone: (11) 2291-1444 Ramal 214
e-mail: atendesstcatumbi@sesisp.org.br
Faça o Download do Manual
Manual de Segurança e Saúde no Trabalhado para a Indústria da Transformação do Material Plástico(4.648 Kb – PDF)
Um empregado da SOTEP – Sociedade Técnica de Perfuração S/A receberá R$ 6 mil por ter sido submetido a exames toxicológicos sem o seu consentimento. O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) havia absolvido a empresa da condenação, mas a Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho concluiu que o trabalhador teve sua integridade e privacidade violadas, pois cabia apenas a ele decidir se queria realizar exames para constatar a existência de drogas em seu organismo.

O empregado foi contratado para exercer o cargo de auxiliar de serviços gerais e, periodicamente, era submetido a exames. Durante a realização de uma dessas análises, descobriu que estava sendo submetido a exame toxicológico, realizado para detectar indícios de exposição ou ingestão de produtos tóxicos, drogas ou substâncias potencialmente causadoras de intoxicações. Inconformado com a atitude da empresa, o empregado ingressou em juízo e pleiteou indenização no valor de R$ 200 mil a título de dano moral, alegando violação da sua vida privada.

A Primeira Vara do Trabalho de Alagoinhas (BA) reconheceu a existência do dano moral e condenou a empresa ao pagamento de R$ 3 mil. Para o juízo de primeiro grau, a SOTEP invadiu injustificadamente a intimidade do trabalhador, pois não havia motivo relevante para a investigação feita, tendo em vista as atividades exercidas na empresa.

“Não há duvidas de que a realização de exame toxicológico sem a solicitação ou autorização do empregado importa invasão da privacidade e causa dano moral indenizável, ainda que não se tenha divulgado o seu resultado”, concluiu.

A SOTEP recorreu ao TRT-BA, que reformou a sentença e excluiu a condenação. Para os desembargadores, não houve comprovação inequívoca de que a empresa tenha causado qualquer dano moral ao trabalhador. Eles concluíram que “o dano moral só existe quando ocasionado por sofrimento, dor e humilhação que fogem à normalidade, interferindo intensamente no aspecto psicológico do indivíduo, causando intenso e permanente desequilíbrio, o que não restou evidenciado no caso”.

O empregado interpôs recurso de revista ao TST e a relatora, ministra Maria de Assis Calsing, lhe deu razão. Ela adotou entendimento firmado no Tribunal no sentido de que, demonstrada a conduta lesiva aos direitos da personalidade, é dispensável a comprovação do prejuízo para a caracterização do dano moral, por se tratar de algo presumível.

No caso, ao realizar exames toxicológicos sem prévio consentimento do trabalhador, a empresa atingiu sua integridade e invadiu sua privacidade, razão pela qual “não há como se afastar a condenação em indenização por dano moral”, concluiu. A decisão foi unânime para reformar o acórdão Regional e deferir indenização por dano moral no valor de R$ 6 mil, tendo em vista a finalidade pedagógica da medida.

(  RR -876-59.2010.5.05.0221 )

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho, por Letícia Tunholi, 18.02.2013
 

Câmara analisa o Projeto de Lei 4560/12, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), que institui a nota fiscal do trabalhador avulso, válida em todo o território nacional.
 
Segundo o parlamentar, a medida resguardará o empregador, que terá a comprovação do pagamento por Serviços prestados, evitando ações trabalhistas indevidas e de má-fé; e permitirá aos trabalhadores acesso aos benefícios da Previdência Social.
 
 
Colatto afirma que o sistema de notas fiscais dos trabalhadores avulsos também vai desburocratizar a contratação de mão de obra desses profissionais, que não têm ofício fixo. “Além disso, essas notas funcionariam como uma espécie de estabilizador do processo, diminuindo sensivelmente a sabida insegurança das relações de trabalho, tanto nas cidades quanto no campo, de trabalhador e empregador”, diz o deputado.
 
O projeto determina que a medida seja regulamentada pela administração tributária em até 60 dias após a publicação da nova lei, que terá vigência imediata.
 
Tramitação – A proposta tramita em conjunto com o PL 1312/07, de teor semelhante, que tem caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias, 14.02.2013
 

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) realiza hoje audiência de conciliação entre o Ministério Público do Trabalho e as multinacionais Shell do Brasil (atualmente Raízen) e Basf S/A, na tentativa de firmar um acordo entre as partes para encerrar uma ação civil pública que tramita no Judiciário há seis anos. Trata-se do maior processo julgado pela Justiça do trabalho, cujo valor indenizatório ultrapassa R$ 1 bilhão.
 
As empresas foram processadas em 2007 pelo MPT em Campinas (SP) por expor trabalhadores a contaminantes de alta toxicidade, por quase 30 anos. De 1974 a 2002, a Shell e a Basf (sucessora da primeira), mantiveram uma fábrica de pesticidas no Município de Paulínia (SP). A planta foi interditada por ordem judicial.
 
Na ação, o MPT pede que as multinacionais se responsabilizem pelo custeio do tratamento de saúde dos ex-trabalhadores e de seus filhos, além de pleitear uma indenização por danos coletivos.
 
Decisões
 
As empresas sofreram condenação em primeira e segunda instância, no Tribunal Regional do Trabalho de Campinas. A condenação pecuniária soma a indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 761 milhões a um montante destinado aos trabalhadores.
 
As empresas recorreram ao TST. Por força de uma execução judicial provisória, a obrigação contida na sentença de custear o tratamento de saúde dos ex-trabalhadores e filhos passou a vigorar antes do trânsito em julgado, ou seja, as empresas devem cumpri-la antes mesmo do julgamento. Um grupo de 50 ex-trabalhadores da Shell fará um protesto hoje, em frente ao TST, em Brasília.
 

Fonte: Diário do Comércio e Indústria, 14.02.2013

 

Os números de 2012 e 2013

Publicado: fevereiro 11, 2013 em Cotidiano

Um ano de Blog e mais de 5.000 acessos !!!!

275 Posts e 21 Paises, o que justifica o mote do Blog  (Segurança sem Fronteiras)

Cinco mil vezes obrigado pela sua companhia.

eustaquiodiniz

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 4.600 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 8 anos para ter este tanto de visitação.

Clique aqui para ver o relatório completo

 

O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, não descarta a possibilidade de o fim do fator previdenciário, ou outro tipo de mudança no cálculo das aposentadorias, ficar para debate no Congresso durante o próximo governo.
 
Ele admitiu ontem que as discussões “esfriaram” e que há outros temas importantes na pauta do Congresso – votação dos royalties do petróleo, dos fundos de Participação dos Estados e dos Municípios e sobre a cassação do mandato de deputados condenados pelo STF. Ele acredita que esta pauta poderá impedir a análise de mudanças no cálculo das aposentadorias antes de 2015.
 
“Eu vou continuar lutando e há projetos para isso, mas não tenho como impor a pauta. Eu compreendo que nem sempre se consegue as coisas facilmente. Nós vamos ficar no nosso lugar da fila esperando que as coisas aconteçam”, disse Garibaldi. De acordo com ele, o governo não poderá aceitar o fim “puro e simples” do fator previdenciário. O ministério não tem dinheiro para arcar com os custos de uma possível eliminação do redutor das aposentadorias.
 
Atualmente, a aposentadoria dos contribuintes do INSS é aprovada de acordo com a combinação de dois critérios: idade mínima (65 anos para homens e 60 anos para mulheres; e 60 anos para homens e 55 anos para mulheres que trabalham no campo) e tempo de contribuição (35 anos para homens, 30 anos para mulheres).
 
Caso a aposentadoria seja feita antes ao cumprimento de algum dos dois critérios, o valor a ser recebido pelo trabalhador é calculado de acordo com uma fórmula – o fator previdenciário -, que leva em consideração o tempo de contribuição do trabalhador, a alíquota paga, a expectativa de vida e a idade da pessoa no momento da aposentadoria.
 
Assim, caso o contribuinte se aposente em um momento no qual o cálculo não corresponde ao salário integral, há um desconto no valor a ser recebido. Para o ministro, devem ser negociadas propostas como a 85/95, em que a idade do beneficiário e o tempo de contribuição são somados. Ao chegar ao total de 85 (mulheres) ou 95 (homens), o aposentado receberá o salário integral – respeitado o teto da Previdência (R$ 4.159).
 
Ele informou que o governo tem a tendência de aceitar uma proposta em torno desses termos. Não são descartadas outras propostas, como a fixação de idade mínima de acordo com a expectativa de vida do brasileiro, o que não é bem aceito pelos aposentados.

Fonte: Diário do Comércio e Indústria, 31.01.2013